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Segurança na ponta dos dedos


Os sistemas biométricos estão completamente inseridos no dia a dia dos brasileiros. Seja para ter acesso a locais restritos, efetuar operações bancárias, participar de votações ou simplesmente desbloquear o celular.

O método vem substituindo antigos meios de identificação e, segundo pesquisa feita pela consultoria norte-americana Tractica, a expectativa é que esse mercado atinja US$ 15,1 bilhões em 2025, com receita acumulada de US$ 69,8 bilhões em dez anos. Em 2016, era de apenas US$ 2,4 bilhões. O Brasil é um dos principais países que utilizam o recurso da biometria em caixas eletrônicos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Japão.


A Apple foi uma das maiores responsáveis por popularizar o método e levá-lo para o cotidiano do usuário comum ao desenvolver o Touch ID, que utiliza a biometria digital para desbloquear o smartphone. Desde o lançamento do iPhone 5s, primeiro aparelho da marca a contar com a novidade, em setembro de 2013, empresas como Samsung, Lenovo e a própria Google, com a linha Nexus, também resolveram apostar na tecnologia.


Apesar da popularidade, a leitura biométrica vai muito além do simples desbloqueio do celular. O funcionário público Marcos Pereira, 41 anos, usa esse tipo de tecnologia para ter acesso ao condomínio onde mora. “É uma forma de dar mais segurança ao morador e ao condomínio também. Mas também tem a questão da comodidade, já que eu não preciso mais ficar andando com várias chaves e perder tempo procurando”, conta Marcos.


Para o militar Paulo César, 29 anos, mesmo com todos os benefícios da biometria, ele acha que o recurso é burocrático em alguns aspectos. “Eu tinha acabado de entrar em plantão e precisei que minha esposa sacasse dinheiro para pagar uma conta no petshop, mas ela não foi autorizada, nem com uma procuração minha, aí conversei com o pessoal do petshop e ficou fiado até o outro dia”, completa ele rindo por deixar a conta pendurada.


Mas, afinal, como os equipamentos de leitura biométrica funcionam? Como cada ser humano possui um padrão único de linhas e curvas para cada dedo, os leitores analisam esse perfil e criam um código que representa essa “exclusividade”. Para fazer o cadastro, os aparelhos trabalham de duas formas diferentes: enquanto alguns possuem uma câmera de alta resolução que tira fotos das digitais, outros possuem superfície sensível capaz de detectar as características dos dedos.


Ambas oferecem uma leitura praticamente livre de erros. Além da digital, outros sistemas biométricos levam em conta características únicas dos usuários. A tecnologia pode ser usada para analisar do timbre de voz ao formato da íris, por meio da identificação vocal, vascular, digital e ocular.

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