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Coronavírus no Brasil: Melhor cenário estima 44 mil mortes, revela estudo



De acordo com estudo publicado pelo Imperial College London (ICL), Brasil teria total de 44 mil mortes causadas pelo novo coronavírus. A estimativa seria para um cenário onde todas as medidas de mitigação fossem tomadas. Em cenário mais catastrófico, óbitos ultrapassariam a casa de 1 milhão em todo país.

Os números assustam. De acordo com os pesquisadores do ICL, Mesmo com a adoção de medidas de mitigação, o prejuízo humano no Brasil será alto. A série de estudos, que foi realizada em diversos países pretende estimar os reais impactos que o coronavírus pode causar para além dos número oficiais.

Os pesquisadores justificam que o estudo foi realizado com o intuito de alertar população e autoridades sobre a gravidade do problema, no momento em que a quantidade de casos não notificados pode ser consideravelmente alta.

No Caso do Brasil, os pesquisadores afirmaram que apenas 11% dos casos sintomáticos de Covid-19 são detectados. Ou seja, apenas uma em cada dez pessoas que possuem o vírus e apresentam algum sintoma foi registrada pelo governo. A taxa é maior do que a da Itália, que identifica cerca de 6%, e menor que a da Coreia do Sul, que identifica em média 83% dos casos. A estratégia do país na aplicação de teste em massa para combater vírus tem sido considerada referência.


Os cenários apresentados pela pesquisa levam em consideração as medidas de prevenção adotadas pelas autoridades com relação ao isolamento social.


Caso o Brasil não adotasse nenhuma política de isolamento social, sendo a estimativa mais pessimista, o total de infectados seria de 187 milhões de pessoas, com cerca de 6 milhões de pessoas necessitando de internação médica, sendo 1,5 milhão de pessoas em cuidados de UTI. O Brasil possui cerca de 55 mil leitos, sendo que boa parte deles já está ocupadas. O número de mortes para o cenário apresentado seria de aproximadamente 1,2 milhão de pessoas.


Em uma outra previsão, que leva em consideração o início das ações a partir de 1,6 mortes por 100.000 habitantes por semana e mantida, o número de infectados cairia para aproximadamente 46 milhões, com 460 mil pessoas necessitando de tratamento em leitos de UTI e um total de 206 mil mortes.


A melhor das hipótese apresentadas pelos pesquisadores seria a do isolamento social logo no início da pandemia – implementada em uma fase em que há 0,2 mortes por 100.000 habitantes por semana e mantida - e mesmo nesta situação, o número ainda são expressivos. O total de indivíduos infectados ultrapassaria os 11 milhões, com 57 mil casos de UTI, e um total de 44 mil mortes.


Na país, diversos estados já adotaram medidas para tentar conter o avanço da pandemia, mas de acordo com o Ministério da Saúde, o país ainda está a algumas semanas do seu pico de contágio.

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