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Campanha de vacinação contra raiva começa sábado (14)

Animais podem ser imunizados a partir dos três meses de idade e a dose deve ser reaplicada a cada 12 meses.


Foto: André Borges/Agência Brasília

O calendário da Campanha Antirrábica de 2019 foi dividido em três etapas, com duas datas de imunização na zona urbana e uma data na zona rural, realizada no dia 31 de agosto. Os postos de atendimento funcionarão de 9 às 17 horas.

O cronograma de vacinação envolverá 2,5 mil funcionários da Secretaria de Saúde (SES) e da Emater, além de estudantes voluntários do curso de Medicina Veterinária. Ao todo, serão disponibilizadas 270 mil doses da vacina para os três dias de companha.

Segundo a Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses da SES, a expectativa é que 80% da população de cães e gatos do Distrito Federal seja imunizada pela vacina, ou seja, aproximadamente 271.408 animais domésticos.

No dia 14 de setembro, serão abertos 219 postos de vacinação espalhados por todas as regiões de saúde do Distrito Federal. No dia 21, a equipe estará presente em 262 locais distintos da capital.

Podem ser vacinados todos os cães e gatos saudáveis que possuem mais de três meses de vida, inclusive as fêmeas em gestação ou que estejam amamentando seus filhotes. A vacina contra raiva, contudo, imuniza o animal por apenas um ano, sendo obrigatório a aplicação de uma nova dose a cada doze meses.

PREVENÇÃO

A raiva é uma doença infecciosa viral aguda que acomete mamíferos, inclusive o homem, sendo o principal contágio de raiva no ser humano a mordida de cães e gatos que estejam infectados pelo vírus.

É aconselhado ainda um cuidado especial com o ciclo aéreo da transmissão, que é onde há maior chance de proliferação da doença. Especialistas alertam para um cuidado especial com os morcegos, os grandes responsáveis por perpetuar a circulação aérea do vírus.

Em caso de suspeita da doença, o animal deve ficar isolado em observação por dez dias, com água e comida administrados normalmente. O cuidado é necessário para que não haja o risco de que ele ataque pessoas ou outros animais. Se necessário, deve-se encaminhar o animal para a Diretoria de Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde.

Outros nove locais aplicam a vacina antirrábica no decorrer do ano. Os pontos fixos de atendimento ficam na Zoonoses e nos núcleos regionais de vigilância ambiental nas Regiões Administrativas de Ceilândia, Gama, Brazlândia, Planaltina, Recanto das Emas, Sobradinho, Paranoá e São Sebastião.

SINAIS DA DOENÇA

Entre os principais sinais clínicos de que o animal está infectado pelo vírus, deve se observar a agressividade, uma tristeza incomum, se o barulho emitido está diferente do normal, boca aberta ou salivação em excesso, distúrbios de coordenação motora, dificuldade de engolir o alimento ou perda de apetite, convulsões ou paralisia nas patas traseiras.

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